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O jiu-jítsu vai além de uma simples arte marcial, ele funciona como uma verdadeira ferramenta de transformação pessoal, inclusão e segurança. Além de aprimorar o condicionamento físico, o esporte ensina valores essenciais para a vida toda como disciplina, respeito, perseverança e autocontrole. A história do jiu-jítsu brasileiro começou em 1914, com a chegada do mestre japonês Mitsuyo Maeda (o Conde Koma), que transmitiu os fundamentos da luta a Carlos Gracie. A família Gracie adaptou as técnicas para que a inteligência e o raciocínio superassem a força bruta. Essa eficiência ganhou o mundo na década de 1990 com a expansão do MMA, consolidando o estilo brasileiro internacionalmente. Apesar de sua ampla popularização, a modalidade ainda apresenta significativa desigualdade na participação entre homens e mulheres, sendo necessário compreender as experiências femininas no contexto dos tatames. Estudos apontam que, embora o jiu-jítsu possa favorecer o sentimento de pertencimento, autonomia e segurança, mulheres praticantes também enfrentam situações de preconceito, assédio, desigualdade e dificuldades relacionadas à participação em ambientes predominantemente masculinos. Objetivo:Analisar, por meio de uma revisão da literatura, os principais benefícios proporcionados pela prática do jiu-jítsu às mulheres, bem como os desafios, barreiras e experiências relacionadas à participação feminina na modalidade. Metodologia: Analisar, por meio de uma revisão exploratória e descritiva, os fatores que influenciam a menor adesão das mulheres no jiu-jitsu
Referências bibliograficas:
Giancristoforo, Luciana Neder, Ana Cristina Zimmermann, and Soraia Chung Saura. "Entre o tatame e a escola: a maestria de mulheres faixas-pretas como prática pedagógica insurgente." Revista Brasileira de Educação Física e Esporte 39 (2025): e39239392-e39239392.