SIMBIONTE: QUÍMICA VIVA — UMA ABORDAGEM TEATRAL DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA ATRAVÉS DE EXPERIMENTOS QUÍMICOS INTERATIVOS

IFFar-FW

GABRIEL DIOGO DE SOUZA 1 ; GIULIA MARCELE DE SOUZA PEIXE 2 ; MAISA PEREIRA DOS SANTOS 3 ; MARIA EDUARDA FANEZI KUHN 4 ; VYVIAN SALGADO PIRES 5 ; ANGELA PEDRETTI SOUCHIE 6
1Gabriel Diogo de Souza , e-mail: gabriel.22060@aluno.iffar.edu.br 2Giulia Marcele de Souza Peixe , e-mail: giulia.33065@aluno.iffar.edu.br 3Maisa Pereira Dos Santos , e-mail: maisa.47020@aluno.iffar.edu.br 4Maria Eduarda Fanezi Kuhn , e-mail: maria.04095@aluno.iffar.edu.br 5Vyvian Salgado Pires , e-mail: vyvian.03063@aluno.iffar.edu.br 6Angela Pedretti Souchie, e-mail: angela.souchie@iffarroupilha.edu.br

O projeto Simbionte: Química Viva consiste em uma proposta de divulgação científica que integra conhecimentos da Química a elementos da cultura popular e de ficção científica a partir da construção de uma narrativa fictícia sobre um suposto organismo extraterrestre, denominado FX-01. A iniciativa busca despertar a curiosidade do público, aproximando a ciência da sociedade por meio de linguagem acessível e imersiva, pois leva-se em consideração o fato de que ocorrem ganhos significativos no conhecimento conceitual e nas atitudes em relação à ciência quando se empregam abordagens interativas e teatrais (Dekorver; Choi; Towns, 2017). O objetivo dessa proposta é retratar os comportamentos de elementos químicos e reações como se fossem organismos vivos, criando uma narrativa sequencial que culmina na revelação de que tais fenômenos decorrem de processos científicos naturais. Além disso, pretende-se estimular o pensamento crítico dos participantes, levando-os a distinguir elementos fictícios de explicações fundamentadas no conhecimento científico, demonstrando a aplicabilidade da Química em situações do cotidiano e na interpretação de fenômenos naturais. Os resultados esperados incluem a demonstração das reações químicas propostas, a participação ativa do público e a compreensão de que os fenômenos observados decorrem de princípios químicos estabelecidos— cinética, equilíbrio ácido-base, eletroquímica, termodinâmica e óptica — e não de organismos vivos. Com todas as etapas sendo desenvolvidas, poder-se-á concluir que a integração de narrativa ficcional com demonstrações experimentais constitui estratégia eficaz de educação informal em química, capaz de despertar interesse e reduzir distâncias entre o público e a ciência (Pratt; Yezierski, 2018).

Referências bibliograficas:

DEKORVER, B. K.; CHOI, M.; TOWNS, M. Exploration of a Method To Assess Children's Understandings of a Phenomenon after Viewing a Demonstration Show. Journal of Chemical Education, v. 94, n. 2, p. 149-156, 2017. DOI: 10.1021/acs.jchemed.6b00506.

PRATT, J. M.; YEZIERSKI, E. J. Characterizing the Landscape: Collegiate Organizations' Chemistry Outreach Practices. Journal of Chemical Education, v. 95, n. 1, p. 7-16, 2018. DOI: 10.1021/acs.jchemed.7b00627.

Palavras chaves: Divulgação científica; Abordagens interativas; Participação ativa.

Obs.: Este resumo contém 245 palavras