PERCEPÇÃO DOS JOVENS DA ERA TIKTOK À VÍDEOS CODIFICADOS EM TELAS GRANDES

IFFar-FW

ARTUR BUSANELLO KEMPKA 1 ; LUIGGI QUEVEDO MANTOVANI 2 ; LUIZ HENRIQUE CARLOSSO DE OLIVEIRA 3 ; MARCOS VINíCIUS DE MARCO 4 ; MURILO MARTELLET ALBERTON 5 ; PEDRO INEU GOLOMBIESKI 6 ; ALEX MACHADO BORGES 7
1Kempka, A. B., e-mail: artur.53032@aluno.iffar.edu.br 2Mantovani, L. Q., e-mail: luiggi.67077@aluno.iffar.edu.br 3de Oliveira, L. H. C., e-mail: luiz.87008@aluno.iffar.edu.br 4de Marco, M. V., e-mail: marcos.47025@aluno.iffar.edu.br 5Alberton, M. M., e-mail: murilo.12030@aluno.iffar.edu.br 6Golombieski, P. I., e-mail: pedro.00009@aluno.iffar.edu.br 7Borges, A., e-mail: alex.borges@iffarroupilha.edu.br

Este trabalho tem como foco analisar como jovens acostumados a vídeos curtos sendo executados em celulares, como os consumidos em redes sociais como Instagram ou TikTok, percebem a qualidade de vídeos exibidos em telas grandes, em relação a um vídeo com e sem perda de qualidade quando codificado. A proposta veio da curiosidade de compreender se os avanços da tecnologia de codificadores de vídeo, em especial a codificação de vídeos em altíssima resolução e reprodução em telas grandes, se fazem justificáveis quando observamos a atividade comum dos jovens de hoje: o seu consumo constante de vídeos em redes sociais e celulares (telas pequenas). Desta forma, é preciso entender o funcionamento geral dos vídeos codificados e avaliar se uma de suas características, a perda da qualidade visual em decorrência do processo de eliminação de informações visuais durante a codificação, passa ou não passa despercebido pela população jovem, em especial para vídeos de alta resolução. Importante destacar que existem diversos níveis de resolução de um vídeo, desde vídeos de baixa resolução (como 176x144 pixels, utilizado em televisores antigos) até ultra alta resolução (como 30720x17280 pixeis, utilizado em ambientes cinematográficos profissionais), contudo, as três resoluções mais comuns do dia-dia são HD (1280x720 pixels, também chamado de HD720), full-HD (1920x1080 pixels, também chamado de HD1080) e 4K (4096x2160 pixeis). Em vista disso, pretende-se fazer uma avaliação com alguns alunos do campus Frederico Westphalen na análise subjetiva da perda da qualidade visual de um vídeo. Para cada estudante voluntário ao experimento, será coletado informações como: idade, se usa ou não óculos e tempo estimado de uso do celular. Depois, o aluno será exposto a quase 10 segundos de vídeo, de resolução HD1080, sendo exibido em um televisor de 52 polegadas a uma distância de dois metros. O vídeo será exibido em duas versões, a primeira é a original sem perdas e a segunda é a versão codificada com perdas. Esse par de vídeos serão exibidos três vezes e, em cada vez, o aluno deverá avaliar a percepção de perda da qualidade visual, dando uma nota de zero a cinco, onde cinco significa que a pessoa não percebeu diferença alguma e zero que o vídeo é inassistível. Para permitir o experimento, o vídeo a ser exibido será codificado com o mais recente codificador de vídeo disponível na indústria e na pesquisa acadêmica: o AOMedia Video 2 (AV2), lançado em maio de 2026, utilizando suas configurações recomendadas em nível de compressão intermediária. Ao final desta pesquisa, deseja-se avaliar se os jovens conseguem perceber diferenças na qualidade visual de vídeos executados em televisores grandes. Esse experimento irá auxiliar os alunos na compreensão de como pesquisas de ponta na área de codificação de vídeo são feitas, colaborando, inclusive, para a compreensão do fluxo ações de uma pesquisa acadêmica.

Referências bibliograficas:

Palavras chaves: Codificação de vídeo; Qualidade visual; Avaliação subjetiva; AOMedia Video 2 (AV2)

Obs.: Este resumo contém 459 palavras